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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Ocupação sustentável

O Solar da Serra foi o lugar que escolhemos para realizar o sonho da casa própria, seja como alternativa ao mercado excludente da habitação no Plano Piloto, ou como decisão consciente de tentar outra forma de habitar a cidade. Preferimos acreditar que ambas as escolhas são legítimas, que conseguiremos tornar definitivos os registros de nossas propriedades - o que hoje temos é apenas a posse. Acreditamos também que nossa ocupação pode ser reconhecida como exemplo de convívio social inteligente e respeitoso, mas, sobretudo, equilibrado e sustentável. Essa foi a motivação que nos levou a fundar, em 2005, a Associação de Moradores e Amigos do Solar da Serra - AMASS -, entidade civil sem fins lucrativos ou partidários.

Precisamos conservar vivo o Solar da Serra. Essa é a nossa convicção e esperança. Acreditamos que esse deve ser um compromisso de todos nós que o ocupamos, para evitar o que já aconteceu em outras localidades do DF, como em Vicente Pires, uma das experiências mais problemáticas de ocupação urbana de Áreas de Proteção Ambiental. Ali a ocupação parece que foi mais rápida, desordenada e predatória. A região, que antes compunha o cinturão verde do Plano Piloto com cultivo de alimentos, em 5 anos transformou-se em um labirinto de cimento. Seus "aparelhos" ecológicos (grotas, nascentes, córregos), além da fauna, estão condenados, quando já não extintos. A qualidade de vida de seus moradores ja sofre os efeitos dessa falta de planejamento urbano. Não precisa ser assim no Solar da Serra.

Por outro lado, os que moram há mais tempo no Solar já sofremos muito com a falta de investimentos, o que nos traz ainda grandes desconfortos: o crônico problema do abastecimento de água para as casas mais altas do Solar II; a falta de pavimentação das ruas e de um sistema adequado de escoamento das águas pluviais; as áreas degradadas, principalmente na região dos córregos; o transporte coletivo ainda precário e inseguro; a iluminação deficiente; a escassez de espaços e equipamentos públicos (praças, calçadas, orelhões, pontos de ônibus...); a falta de planejamento efetivo da segurança patrimonial; a falta de segurança na via asfaltada (sinalização, pintura, quebra-molas...); tratamento inadequado do lixo...

Como se vê, falta-nos muita coisa, mas até por isso mesmo deveríamos nos sentir privilegiados, pois como nossa ocupação está incompleta e já conhecemos os erros cometidos em situações semelhantes, não podemos nos dar ao luxo de errar também, até porque somos observados de perto pelo Governo e pelo Ministério Público. Por isso, todos os nossos investimentos em infra-estrutura deverão ter a marca da sustentabilidade. Pretendemos demonstrar com o nosso movimento associativo e comunitário que há soluções inteligentes e proporcionalmente mais econômicas para a melhoria do nosso patrimônio fundiário e ambiental.

Temos consciência ainda de que o nosso condomínio vive uma situação financeira muito favorável. Hoje temos cerca de 870 mil reais de saldo em nossa conta corrente. Esse resultado financeiro foi obtido, em boa parte, graças ao excelente trabalho feito pela empresa GRANLAR no processo de negociação das dívidas de condôminos inadimplentes. Basta dizer que, há cinco anos, quando a empresa assumiu essa tarefa - que lhe foi atribuída por decisão de Assembléia - nosso saldo era de apenas 5 mil reais. Mas já havia sido ainda pior, pois houve quem entregasse a administração do Condomínio com dívidas de mais de 200 mil reais.

Nossa conjuntura é muito boa, portanto. Estamos em franco processo de regularização, temos recursos para investimentos imediatos, independentemente de cobrança de novas taxas, acumulamos conhecimentos importantes sobre ocupação urbana de áreas de proteção ambiental, temos o razoável diagnóstico dos principais problemas a enfrentar, mas precisamos de algo mais. Precisamos de um projeto comum. Por isso

VIVA O SOLAR VIVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Memória da 1ª reunião da Comissão Viva o Solar Vivo

Reunião 05/10/2008
Comissão presente: Mauro, Cristina, Zé Marcelo e Ju Noleto.


Proposta de nome: Viva o Solar Vivo!

Estratégias de ação:

- Elaboração de um manifesto com o objetivo de mobilizar a comunidade para algumas questões; pensar em temas centrais e lista de pessoas para sensibilização;
- Produzir plataforma - ponto de partida para a mobilização: identificar problemas centrais, como a regularização (tratá-la no aspecto mais formal), serviços do condomínio (transporte, água, segurança, lixo) e ocupação sustentável que não é a mesma coisa de regularização – mudança de atitude.
Propostas para carta:
- O caráter socioambiental é transversal aos temas.
- A carta vai apresentar possibilidades, soluções, referências.
- Quer morar no Solar da Serra? Aqui se vive de forma diferenciada. O sentido é morar aqui e viver junto com esse lugar.
- Natureza do movimento: âncora é falar que conservar e preservar tornará a vida melhor e mais barata no futuro do que o padrão que tem sido conduzido. Não é só de responsabilidade do proprietário, mas também do condomínio que pode fazer coisas muito interessantes aqui dentro. Serviços ambientais. Somos uma associação, podemos trabalhar para que isso seja viabilizado. Passar na casa das pessoas e conversar sobre tudo isso...inclusive ampliar a conversa para a questão das eleições

Temas:

I - Regularização: informações sobre o processo; divulgação sobre o encaminhamento de projeto de Estudo Preliminar Urbanístico - EPU e Estudo Preliminar Ambiental - EPA; relatório da Comissão e a participação da associação nesse processo; deixar clara a nossa postura no momento de regularização dos casos críticos ambientais (possibilidade de flexibilização, lei em benefício dos moradores – não está para criar conflitos, mas para criar acordos, promove direito coletivo, falar que vai ser mais barato.
II – Serviços do condomínio: transporte, lixo (Sem Dimensão já fez coleta seletiva – a questão está nas pessoas e compete a administração trabalhar com esse aspecto...), água, segurança, contratos com prestadores de serviço (Granlar, capítulo a parte...).
III – Investimentos e Ocupação Sustentável: pavimentação, eletrificação, área de lazer, praças; sugestões para as residências.
IV– Convenção – discutir o papel do administrador; responsabilidade dos condôminos (obras do condomínio e dos condôminos, por exemplo); direitos e deveres; discutir modelos de gestão (a presença do administrador não dispensa o síndico; adm para executar)

DIVERSOS

1 – Como tratar a questão das casas abandonadas e das calçadas e ciclovias
2 – Elaborar pelo condomínio um projeto de calçada (a Casa Taboca vai construir uma calçada com depósitos naturais de água)!
3 – Que ocupação queremos?
4 – Galo da Serra virará newsletter? Veículo físico? Papel? Visita às casas...uma coisa não exclui a outra
5 – Visitar as casas com um dossiê do movimento: carta da Granlar, balancete do condomínio, situação da regularização, carta manifesto, estatuto alterado.
6 – Custos do movimento: inicialmente divido entre os membros do grupo 1
7 – Feijoada: do meio pro fim, mobilizadora... camisetas com o nome do movimento
8 – Agenda de visitas não necessariamente censitária, fazer visitas e em duplas

ENCAMINHAMENTOS:

Cada membro da Comissão tratará de um tema específico da carta, a saber:
Regularização – Zé Marcelo
Serviços do Condomínio – Cristina
Investimentos e Ocupação Sustentável – Mauro
Convenção – Ju Noleto
Os textos deverão ser socializados entre a Comissão no dia 10/10.
A próxima reunião ocorrerá no dia 08/10, quarta-feira para discutir outras estratégias.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Ata da reunião de 12.12.2007

Avaliação do I Encontro Casa Taboca

- elogios quanto à organização;
- bom número de presenças e variado público;
- feira muito bem executada;
- pecamos pela baixa participação dos membros da associação;
- participação do Jatobá extensa, porém bem calcada em exemplos práticos de serviços;
- visita aos equipamentos mal organizada e conduzida, apesar de alguma atnção despendida;
- para atender à visita faltaram informações técnicas previamente preparadas e uma divisão de tarefas de apresentação;
- faltaram registros fotográficos – recuperável com Renato da CasaTech;
- faltou a presença dos meios de comunicação comunitários;
- antecipar as estruturas de acomodação;
- livro de presenças para a recepção dos presentes;
- momento de servir alimentos inadequado;
- faltou bckp do site para apresentação

Acertos das despesas do Evento
- alimentação – 400,00
- manobristas – 180,00
- faixas – 96,00
- faxineira – 130,00

- zé e Ju – 400,00
- Mauro e Cris – 400,00

- Flavio e Nicolas contribuirão com R$200,00 cada, a serem depositados na conta da AMASS. Mauro informar os dados da cc.

Desdobramentos Encontro
- elaboração do Kit Casa Taboca + empresas parceiras;
- cartilha de orientaão da ocupação sustentável da bacia Taboca;
- Enconto+feira itinerante;
- carta aos participantes do Encontro (moradores, síndicos, profissionais, parceiros comerciais)
- carta aos que confirmaram e não compareceram (meios de comunicação, administradores e demais)
- relato do Encontro para o site

Cotas de patrocínio no site
- tabela de preços e modalidades elaborada por Flávio;
- não haverá exclusividade;
- contrato mínimo de 3 meses;
- como tornar o site conhecido ao público que interessa?
- plano de ampliação de visitas ao site;

Intervenções no site
- incorporar no planejamento estratégico;

Contratação de serviços
- providências legais para viabilizar a prestação de serviços da AMASS;
- como a intermediação será feita e qual percepção financeira do Projeto?;
- p/ serviços imediatos NF emitida pelo profissional indicado e "ART" da Casa Taboca;
- definições no planejamento estratégico, definindo forma sistemática de "overhead";

Contratação Tassila
- de onde virá o $?
- cotização dos associados e amigos?
- Tassila propõe projeto/atividade/comissão

Atividades do Projeto CT / Carlos
- relato
- preocupa como remunerá-lo
- o projeto não foi internalizado por todos ainda
- tem que ser comprometido por todos-- Casa TabocaConhecimento e Convívio Ambiental

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Textos para o site

MISSÃO
As comunidades da bacia do ribeirão Taboca podem se desenvolver, preservando a paisagem e os recursos naturais?
Cuidar e desfrutar do lugar onde habitamos nos motiva a pesquisar, debater e agir junto a quem também se interessa e se compromete em proteger nosso fágil ecossitema.
Queremos o convívio com a beleza e com a riqueza deste lugar. Profissionais, administradores, proprietários, moradores e pesquisadores podem, reunidos em ação contínua de interesse público, promover conhecimentos e benefícios socioambientais para cada propriedade, unidade condominial e, de um modo geral, para os bairros São Bartolomeu e Jardim Botânico.
Todos podem colaborar e participar. Nosso interesse é público. Participe você também!
Queremos ser muitos mais, cuidando desse lugar.

Histórico
Estatuto
Quem é quem

HISTÓRICO
A Casa Taboca fica no Condomínio Solar da Serra, mesopotâmia dos ribeirões Taboca e Taboquinha, APA do rio São Bartolomeu. Administrar comunidades como a nossa é gerir, além das necessidades de pessoas e residências que nela se instalam, também o seu patrimônio natural, promovendo com ele uma convivência equilibrada. E isso também envolve a integração com as comunidades vizinhas. Foi pesquisando e registrando o impacto do desenvolvimento dessas comunidades que nos convencemos da necessidade imediata de desenvolvermos novas formas de ocupação e de recuperação de áreas já degradadas.
Em 2002, alguns membros do projeto Casa Taboca (Catarina) contribuíram para tornar adequada, do ponto de vista ambiental, a ocupação de lotes e o desenvolvimento da infra-estrutura no Condomínio Solar da Serra, com a elaboração de um plano patrocinado pela sua Comunidade (clique aqui para saber mais).
Outras experiências foram desenvolvidas, paralelamente, pelos que hoje integram o Casa Taboca, como o trabalho de especialização acadêmica de José Marcelo Goulart sobre as oportunidades e ameaças ao desenvolvimento sócio-ecológico do mesmo Solar (saiba mais), assim também o Plano de Recuperação de Áreas Degradas do Condomínio Verde, realizado entre os anos de 2005 e 2006 por Catarina e Juliana (saiba mais).
A consciência da necessidade de organizar nossas ações já havia nos motivado a criar, em 2005, a Associação de Moradores e Amigos do Solar da Serra (consulte nosso estatuto), entidade civil sem fins lucrativos dedicada à promoção da vida comunitária em sintonia com os recursos naturais e preocupada, portanto, com a qualidade da nossa ocupação urbana.
Temos consciência da necessidade de construirmos e vivermos em casas que causem menor impacto sobre o ambiente local. Desde o projeto, a obra, até a ocupação, podemos adotar hábitos e cuidados que expressam a valorização do patrimônio que a natureza proporciona nesta bacia hidrográfica. Afinal, ela é uma área de proteção!
Muito ainda será ocupado, aqui e em outras áreas de proteção ambiental, e por isso a Casa Taboca vem contribuir com todos aqueles dispostos a integrar a ocupação à paisagem do cerrado que nos abriga, desfrutando da natureza, principal elemento da qualidade de viver.
Atitudes e Decisões que melhoram o ambiente

Instale lixeiras suspensas, cobertas e teladas;
Deposite o lixo somente nos dias e horários orientados pela administração;
Separe o lixo, pelo menos, assim: restos de alimentos / embalagens / banheiro;
Cuidado com as torneiras abertas em exagero e sem uso;
Preserve a vegetação, principalmente no momento de ocupar o terreno;
Nunca queime lixo, mato, etc.
Cuidado quando fizer fogueiras na época sêca;
Não cerque o terreno com muro: ele aquece o ambiente e agrava a enxurrada.
Inclua no projeto de sua casa:
Coletar, armazenar e utilizar água da chuva, ao menos pra ser usada nos jardins;
Separar a água do esgoto de banheiros (negra) das outras águas (cinza);
Reutilizar as águas cinzas conforme o tratamento dado a elas;
Instalar fossa biodigestora ou ecológica. As comuns contaminam o sub-solo;
Instalar vasos sanitários e descargas que dispensem ou usem o mínimo de água;
Terreno inclinado? Não faça cortes e aterros, use “palafitas” e níveis diferenciados dos ambientes;
Instalar ‘recarga de aquífero’. Nome complicado, solução simples e quase sem custo;
Plante árvores!!! Muitas!
Visite a Casa Taboca e saiba muito mais.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Ata da AMASS de 13.10.2007

Ata da Assembléia Geral Ordinária da Associação de Moradores e Amigos do Solar da Serra – AMASS.

Aos treze dias do mês de outubro do ano de dois mil e sete, às nove horas, no endereço Condomínio Solar da Serra, quadra Z, casa 01, reuniram-se em assembléia geral, previamente convocada, os seguintes sócios fundadores: Nicole Ferreira Magalhães Sobrinha, Natália Monteiro Portella, Maria Cristina Abreu Martins de Lima, Mauro Almeida Noleto e Jorge Guedes Pinto; e os seguintes membros associados: José Marcelo Gourlart de Miranda, Juliana Dalboni Rocha e Adriana. A assembléia iniciou-se com a prestação de contas da associação realizada pelo então coordenador-geral, Jorge Guedes. Foi a todos informado que o saldo bancário da AMASS naquela data era de praticamente zero real, devido às taxas bancárias cobradas ao longo de um ano e meio sem movimentação na conta. Contudo, o coordenador informou que, nesse período, precisou efetuar retirada no valor de quarenta reais para uso pessoa, tendo se comprometido a efetuar depósito nesse valor nos próximos dias. Mauro Noleto, membro do conselho fiscal, recolheu a documentação da conta a fim de analisá-la e submetê-la a apreciação dos demais conselheiros que não estavam presentes, Rodrigo e Evandro. Seguiu-se, então, a exposição do projeto Casa Taboca e seu possível acolhimento pela AMASS. Em resumo, José Marcelo Goulart apresentou como objetivo principal do projeto identificar, desenvolver e disseminar conhecimentos e ações que favoreçam e equilibrem a convivência de comunidades habitacionais em áreas que demandam proteção e conservação ambiental, com foco na ocupação individualizada dos lotes da região do ribeirão Taboca (APA do São Bartolomeu). Entre as realizações do projeto estão a construção e manutenção do sítio eletrônico com endereço: www.casataboca.org e o mapeamento socioambiental da ocupação na região citada. Nela estão situados 40 condomínios, 10 parcelamentos não identificados e algumas chácaras. Dados do GDF estimam a população atual em 25 mil habitantes, podendo chegar a 50 mil habitantes se mantidos os parcelamentos atuais. A geografia pode ser observada no sítio com auxílio da ferramenta google earth cujos perímetros são a Estrada do Sol e o Altiplano Leste. Outras atividades do projeto têm sido a implantação de um viveiro de mudas do cerrado, o mapeamento do patrimônio florístico, a divulgação de produtos e serviços sustentáveis, a elaboração de indicadores de monitoramento biológico da região e entrevistas com administradores de condomínios locais. No curto prazo o projeto deverá alcançar a meta de três mil mudas de cerrado no viveiro e promover evento, em primeiro de dezembro, visando sua apresentação para administradores de condomínios, lideranças comunitárias e comerciantes que tenham interesse na venda de produtos e serviços com perfil de sustentabilidade ambiental. A parceria com a AMASS foi proposta visando a institucionalidade do projeto Casa Taboca e a inclusão de novos membros que atuem em defesa da sustentabilidade econômica do projeto, cujo gasto mensal tem sido no valor de mil e quinhentos reais, aproximadamente. Após a exposição, passou-se ao debate com a leitura do estatuto da associação e à análise da proposta, chegando-se a conclusão, pelos presentes, de que a parceria é compatível com os interesses e objetivos da AMASS. Ainda sobre o estatuto, realizaram-se as seguintes alterações, todas aprovadas por unanimidade pelos associados presentes: 1) mudança do texto do art. 7º, para excluir a expressão “desde que adimplentes”; 2) mudança do texto do inciso I do artigo 12 para “Contribuição dos associados”; 3) revogação do parágrafo único do artigo 12; 4) revogação do inciso I do artigo 9º; 5) mudança do texto do inciso II do artigo 8º para “votar e ser votado para qualquer cargo eletivo da AMASS”. Em seguida passou-se para a eleição de nova diretoria, tendo sido eleitos, por unanimidade de votos: Mauro Noleto, para coordenador e gestor financeiro (acumulando dois cargos); Cristina Abreu, para o cargo de gestora comunitária e José Marcelo para o de gestor ambiental. A nova diretoria eleita ficou sem representante para a função de gestor de comunicação social. Antes do encerramento da assembléia ainda foram realizados discussões sobre a captação de recursos para a manutenção financeira das atividades da AMASS e Casa Taboca. Os principais eixos para esse objetivo aventados foram: 1) aluguel da casa (endereço do encontro e local de funcionamento da casataboca) para eventos afins ao objetivo de educação ambiental; 2) cobrança de taxa de administração para serviços de terceiros prestados a partir da intermediação da associação (venda de projetos de ocupação ambientalmente sustentável de lotes, por exemplo; 3) venda de espaços publicitários. Encerrou-se a assembléia com uma salva de palmas. Nada mais foi discutido na Assembléia, pelo que eu, Maria Cristina Abreu Martins de Lima, que a secretariei, lavrei a presente ata que vai assinada por mim e por todos os presentes.

Nicole Ferreira Magalhães Sobrinha

Natália Monteiro Portella

Maria Cristina Abreu Martins de Lima

Mauro Almeida Noleto

José Marcelo Gourlart de Miranda

Jorge Guedes Pinto

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Propostas para o site IV (front page)

Nossa página inicial foi muito bem desenhada, não tenho nada a acrescentar no aspecto estético, mas tenho considerações sobre a estrutura da informação. Primeiro, as matérias em destaque não estão disponíveis nos ícones do menu de conteúdos. Isso é um erro, pois parece que o destaque não faz parte do conteúdo permanente do site. Por exemplo, o Encontro do dia 1º de dezembro não está no menu cursos, mas poderia e deveria estar no menu Eventos (se a proposta for aceita). O link COMO? que está no destaque Casa Amiga poderia estar no ícone que receberia este mesmo nome, evitando superposição de informações. O destaque APURBANA poderia estar no link Notícias verdes. E o passeio virtual pela casa deveria ter mais espaço na página. Periodicamente poderíamos fazer um revezamento de destaques em nossa front page, de modo a quebrar a monotonia do site. Aliás, sobre isso acho ainda que precisamos ilustrar mais os textos com imagens. Os textos, por sua vez, não precisam ser tão extensos e tão autorais, a não ser que estejam na seção Biblioteca ou na Palavra de Morador.

Propostas para o site III

Este é o menu atual:

A Casa Taboca
Nos Educando
Comunidades
Tecnologias de Convívio
Legislação e Normas
Serviços
Vivências
Cursos
Comentários

Esta é a proposta:

A Casa Taboca
Hábitos novos
Morar na APA
Casa amiga
Biblioteca
Palavra de Morador
Cursos e Eventos
Links
Notícias verdes

Propostas para o site II

Serviços (Biblioteca):

  • Aqui sugiro trocar o título do ícone por Biblioteca que é a nossa atual referência teórica. Os textos ali têm que ter mais destaque. A clicar no ícone da front page o visitante seria levado para a página com a lista de textos e dos seus respectivos autores. Ao clicar sobre o título do texto e do autor, o visitante abre cada um em formato pdf. Podemos tentar aumentar nosso acervo. Tenho certeza de que o Zé, a Ju, a Catarina têm mais material próprio ou de quem permita a publicação no site. Aliás, poderíamos pedir para a Juliana Santilli um artigo seu para publicarmos...

Vivências (Palavra de morador):

  • Pra não perder o costume, sugiro chamar os depoimentos ou vivências de Palavra de Morador, pra chamar a atenção dos visitantes, principalemente os vizinhos, a compartilharem a experiência de morar aqui na APA.

Cursos (Eventos)

  • Em lugar de cursos, poderia ser cursos e eventos, ou só eventos e aí talvez seja o caso de tentar colocar no site uma agenda um pouco mais cheia.

Comentários

  • Se não há comentários, sugiro retirar o ícone.

Notícias verdes

Links

  • Sugiro, pois, a crescentar esses dois ícones, para concentrar neles todos os links para outros sites da web e para concentrar todas as notícias que conseguirmos publicar no site.

Propostas para o site

Menu (conteúdos):

A Casa Taboca:
  • nesse ícone, o histórico tem que ser mais institucional e menos autoral, ou seja, tem que refletir o processo de amadurecimento do projeto, inclusive fazendo menção aos esforços pessoais - principalmente do Zé e da Juliana, que transformaram sua própria casa em laboratório, abrigo, estação, escola, viveiro, enfim todo o suporte material e afetivo para que o projeto se concretizasse. Mas, hoje, o Casa Taboca não pode mais ser de ninguém. Seu histórico há de refletir o momento mais recente e os nossos projetos. Proponho, portanto, a edição do texto de apresentação do ícone e o do histórico.
  • O Estatuto tem que ser o da AMASS. Esse é o marco institucional do projeto e é um documento jurídico muito bem construído por nós mesmos, modéstia à parte.
  • O Quem é Quem já está legal, mas ou está faltando gente (Nicolas, o Sérgio Jatobá, por exemplo) ou está sobrando. Aliás, acho que linkado no nome de cada um deveríamos colocar um currículo resumido de cada taboqueiro. Nosso know how. Assim, sugiro retirar os itens especialização acadêmica, que é do Zé Marcelo. Seriam retirados também os itens referentes ao PRAD do Verde e ao Palno do Solar, que já estão na biblioteca e podem fazer parte dos curriculos da Catarina e da Juliana.

Nos educando (Hábitos ...):

  • Primeiro, sugiro mudar esse título do ícone. Poderia ser algo relacionado a mudanças de comportamento, mudança de hábitos, hábitos limpos, higiene ambiental, algo assim. Aí, lá dentro, há um texto cheio de links e pop ups, mas a informação está muito dispersa e confusa. Há o pop up com a lista de dicas (atitudes e decisões cotidianas), que eu acho deveria estar na primeira página, no lugar do texto.
  • Os links por sua vez deveriam estar todos reunidos em outro ícone do menu, o ícone LINKS, obviamente. Mas há vários links no site que estão distribuídos em várias seções diferentes. Não estão visíveis na front page e, por isso, confundem o leitor da informação principal, pois abrem uma outra janela de outro site que desvia demais a tenção de quem esteja conhecendo melhor o site do Casa Taboca. Os links devem ficar todos numa mesma seção, pois quem quiser vai direto saber mais sobre compostagem, o aproveitamento de recursos hídricos, etc nesses outros endereços.
  • Sugiro retirar as fotos de casas inimigas, para não atrair inimigos desde agora.
  • Quem sabe não conseguimos ilustrar essa página com as fotos que reflitam essa necessária mudança de hábitos e atitudes.

Comunidades (Morar na APA):

  • Sugiro também a mudança do título que poderia ser mais instigante e ao mesmo tempo dizer mais diretamente do que se trata o texto: a ocupação urbana na área de proteção ambiental do São Bartolomeu, que o foco de atuação do Casa Taboca. A verdade é que temos ainda um nível muito baixo de senso comunitário. Nosso melhor futuro seria alcançar esse esforço comum de proteger nosso ecossistema. Creio pois que o texto que está lá é bom, mas tem esse tom de informação e de alerta. Aliás, eu gostei muito das janelinhas informativas, sugiro mantê-las ou ampliá-las, mas, novamente os pop ups e links estão prejudicando a leitura.

Tecnologias de convívio (Casa Amiga):

  • Aqui sugiro primeiro trocar o título e valorizar o que dizemos na front page, ou seja, que essas tecnologias constroém uma casa amiga do ecossistema, da bacia.
  • Depois, acho que o texto principal está escondido no Clique aqui lá no final daquele texto que abre o ícone. Penso que deve passar para a frente este texto (COM O CUIDADO DE NÃO EXPOR DEMAIS OS VIZINHOS FOTOGRAFADOS, NEM DE CONFUNDIR O LEITOR COM OS LINKS, MAS ILUSTRANDO O TEXTO COM AS FOTOS QUE AGORA ESTÃO EM POP UPs):

Converse com seu arquiteto. Convide-o a conhecer a Casa Taboca e saibam mais
sobre edificações de baixo impacto ambiental. É o que torna e tornará possível
desenvolverem-se nossas comunidades de forma sustentada!
A ocupação dos
terrenos e a arquitetura
Veja essas
imagens! Imaginem se a maioria dos
lotes e terrenos em condomínios e loteamentos forem assim ocupados. Cortar o
terreno ou aterrar é um risco e pode ser crime, além de gerar custos adicionais
em nossas obras e à infra-estrutura das comunidades. O mesmo acontece quando
desmatamos a vegetação sem cuidados. Portanto, o relevo e o verde da paisagem
são atributos aos quais nossas
residências
devem se integrar
, e deles se favorecerem, criando espaços únicos e um
ambiente mais agradável.
Desde a locação da obra no terreno, a deposição de
materiais e resíduos e, principalmente, a “limpeza” da área, devemos observar
cuidados fundamentais à diminuição de impactos ambientais e obtenção de um
ambiente mais seguro e agradável. Veja alguns
exemplos!

Materiais
ecoeficientes
Projetar a eficiência energética da sua casa, ou seja, a
economia de água, a conservação da temperatura, a iluminação natural e a
integração com a natureza, como fatores de conforto e segurança, é fundamental!
saiba
+....
Nas torneiras são essenciais os arejadores de bico. Eles
aumentam a pressão, utilizando menos água.
Descargas e
vasos sanitários
já são fabricados para usarem o mínimo de água e há sanitários em que podem até dispensá-la. Saiba
+...
Você já sabe como vai cercar seu lote? Com cerca, grade ou tela! Muro não! Os
muros e muretas favorecem a formação de erosão, diminuem a ventilação e
dificultam a dispersão de sementes que farão nascer árvores e
arbustos.

Água
Sempre usá-la com economia! Também podemos
captar e armazenar a chuva e
utilizá-la em vários fins.
As águas já utilizadas, ou servidas, podem ser
recicladas ou
reutilizadas
. E a recarga dos
aqüíferos
? Toda área construída toma o espaço por onde a água infiltraria no
solo, recarregando nossas reservas, os aquíferos. Por isso, devemos compensar
essa ipermeabilização do terreno com uma simples solução. Além de cumprir o que
diz a lei, podem ser áreas úteis,
simples e decorativas.
São medidas fundamentais em tempos de custo e escassez
crescentes desse recurso e, principalmente, quando provêm de poços artesianos e
não de sistemas regulares de tratamento e
abastecimento.

Esgoto
A maioria dos condomínios horizontais do
Distrito Federal, assim como tantas regiões, não contam com serviços de coleta e
tratamento de esgotos. Fossas sépticas, ou fossas comuns, não resolvem o
problema, podem agravá-lo e, ainda, serem mais caras. Lembre-se! O destino desse
esgoto, quase sempre, são os lençóis freáticos, dos quais retiramos a água que
nos banha e alimenta.
Mas, o esgoto pode ser rico!
Tecnologias simples e de custo acessível podem tratá-lo na
casa, quadra ou rua, transformando-o em nutrientes para os nossos jardins,
pomares e hortas

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O Folder

O folder teria o tamanho de uma folha A4, dobrado em três partes. Quando totalmente aberto, o leitor vê o mapa inteiro da região. Quando fechado, ele vê a capa e a contracapa. Sobra ainda a folha interna, quando o leitor abre a primeira folha. Assim:


CAPA:

Logo (grande) da Casa Taboca com o endereço do site embaixo; Texto (missão):

comunidades, conhecimentos e convívio ambiental na microbacia do Taboca-DF.

OFF: a idéia é valorizar a imagem, a marca e o endereço do site, destacando como texto apenas a missão de formar uma comunidade de pessoas e saberes dedicados à preservação ambiental do nosso lugar de moradia. Talvez a capa possa ser ilustrada com fotos (bonitas) do cerrado local: vegetação, os rios, etc.


CONTRACAPA:

(Texto de apresentação): A Casa Taboca é um projeto ambiental que foi incorporado pela Associação de Moradores e Amigos do Condomínio Solar da Serra. Somos uma entidade sem fins lucrativos voltada para preservação e conservação do ecossistema que abriga toda a microbacia hidrográfica dos ribeirões Taboca e Taboquinha. Trabalhamos em rede com outras entidades, pessoas, empresas e instituições para:
  • oferecer educação, orientações e alertas preventivos que conduzam a um maior equilíbrio entre a convivência das pessoas e seus empreendimentos com o meio ambiente – fauna, flora, recursos hídricos e topografia.
  • estimular a ocupação sustentável das unidades comerciais e residenciais da região, oferecendo consultorias, treinamentos e execução de medidas mitigadoras e compensatórias específicas para cada área demandada.
  • dar visibilidade às boas práticas de ocupação ambientalmente sustentáveis.
  • estimular a aquisição e adoção de bens e serviços que possuam a característica de diminuir o impacto de degradação ambiental.

OFF: Mais uma vez o logo da Casa (pequeno) centralizado na parte inferior do folder. Podem entrar aqui as informações como endereço, telefone, fax(?), e-mail, endereço do site, CNPJ da AMASS.

FOLHA INTERNA

Serviços:

Georeferenciamento (texto)

Casa ecológica (texto): saiba como equipar sua casa para torná-la mais integrada ao meio ambiente.

Ocupação sustentável do solo (texto): viveiro, prevenção, monitoramento, recuperação de áreas degradas...